domingo, 30 de novembro de 2008

Until the end

Aqui estou eu de novo, mas como em 24 horas três posts, meio surreal isso, mas deve ser a euforia da primeira vez.
Uma semana para as férias, enfim acabo o colégio, desde os dois primeiros anos do ensino médio esperava ansiosamente por esse momento, 11 anos no mesmo colégio na mesma classe, com a maioria das mesmas pessoas, mas eis que de uma hora para outra minha vida escolar da uma virada imensa, eu descobri o que é ter amigos, não os colegas de classe que passaram onze anos comigo sem a mínima intimidade, com o mínimo contato, salvo três pessoas que foram os meus primeiros e verdadeiros amigos. Esse ano o colégio não foi dividido como é de praxe nos dois terceiros anos regulares, mas sim em um terceiro ano regular e uma turma de estudos avançados preparatória para o vestibular (da qual eu faço parte). Nessa turma eu descobri o que estar rodeado de pessoas em que posso confiar, o que é pela primeira vez ter mais do que um ou dois amigos. Apesar da turma, por um infeliz acaso estar dividida em dois grupos, o grupo que eu faço parte (chamado pejorativamente de Nerds, ou não barreira) é realmente como uma família para mim, eles representam os outros 10 anos que só não beiraram a inutilidade graças a algumas almas.
Enfim, estou prestes a entrar nas minhas decadentes férias onde dormirei as três da manha, porque passarei a noite inteira lendo livros que eu nem sabia que existiam, pelo menos isso minha casa tem de bom, o que não falta aqui são livros, (e um estoque particularmente intimidador de livros do Sidney Sheldon) e acordarei ás 2 da tarde para passar o dia inteiro lendo. Durante as férias frequentemente entrarei em estado nostálgico e passarei horas lembrando os meus últimos e melhores 11 meses de vida escolar. É isso que deixa as férias tão assombrosas é fato de que as coisas não voltaram a ser o que eram, sendo que o que eram era algo estupendamente maravilhoso, com pessoas maravilhosas e que apesar dos pesares devo grande parte da minha mudança a eles, foram eles que iniciaram minha transição.

sábado, 29 de novembro de 2008

The ground you shook

Um dia lhe perguntaram:
-Porque existes?

Sem respostas, ele voltou para si mesmo, desolado e ao mesmo tempo impulsionado pela sua nova empreitada, o porquê de existir.
Ele já tinha encontrado com essa pergunta varias vezes, porém ela sempre vinha de dentro, não externamente... O que faria caso não soubesse o porquê de existir, como faria para provar a si mesmo que a presença inevitável de existir era um fato tão palpável quanto ele próprio.
Ele tinha medo de se perder nessa busca, não o medo que te impede de prosseguir, mas o medo que de que você inevitavelmente vai encontrar algo prosseguindo ou não, não era o tipo de medo que você ia atrás era o medo que vinha até você.
Ele enfim descobriu o inevitável, ele existia pelo simples fato de que devia existir, como uma obrigação mórbida de seu presente instavél.

Dickhead

"Shiny floor, slippery feet
Lights are dim, my eyes can't meet
The reflection that turns my images
Upside down so I can't see"

Oi!? Como... Resolvi fazer um blog... Como?! Não me pergunte
Será que é porque ele esta tentando bancar o onipresente, onisciente e preocupado... Faça-me rir ainda mais!
Bem agora no final do ano decidi fazer esta... Digamos assim merda esclarecedora... Sim estou farto desses comportamentos medíocres... De pessoas hipócritas
Enfim estou cheio dessa instituição arcaica e decadente!